Livros Recomendados


I. Política, História, Economia


1 – O Livro Negro do Comunismo (Stéphane Courtois…et al.):
Uma equipe de historiadores esquerdistas franceses fez essa espécie de compêndio da infâmia comunista. Ao que parece, suas mais de novecentas páginas podem assustar o leitor, mas o fato é que os crimes comunistas são tantos que ele acaba por se tornar pequeno. É bom ser lido na íntegra para se obter uma visão geral da monstruosidade comunista e, posteriormente, como guia para estudos mais aprofundados de pontos específicos. CGS



2 – The Sword and the Shield (Cristopher Andrew and Vasili Mitrokhin):
Vasili Mitrokhin trabalhou por vários anos como o chefe do arquivo da KGB. Nesse longo período, ele foi copiando e guardando, paralelamente ao seu trabalho oficial, documentos relevantes sobre as atividades da Inteligência soviética em várias partes do mundo. Esse livro, escrito em parceria com Cristopher Andrew, é baseado na exposição de uma parte de seus arquivos, abordando um grande número de temas, como, por exemplo, os “Magnificent Five”, infiltração no projeto Manhattan, SIGNIT durante a Guerra Fria e outros.CGS



3 – A Concise History of the Russian Revolution (Richard Pipes):
A scholarly analysis of the Russian revolution by Harvard Scholar Richard Pipes, from the events that catalyzed the revolution, to its conclusion and aftermath. Includes glossary, chronology, and photographs of important players of the Revolution.



4 – Red Cocaine (Joseph Douglass):
Drawing on defector information and other intelligence sources, Dr Douglass reveals that the Soviets plotted the global drugs scourge in the 1960s, as a key element of their planned onslaught against the fabric of Western society and culture.



5 – Hollywood Party (Kenneth Lloyd Billingsley):
In his book, Billingsley, Editorial Director for the libertarian think-tank Pacific Research Institute, expose that Hollywood’s political nescience permitted the Communist Party to manipulate screen content, whitewash the truth about Communism through decades of commiserating films, and thereby warp the popular memory of Communism.



6 – Double Lives (Stephen Koch):
Koch probes the purposefully hidden war of ideas between East and West, fascism and democracy to expose the links between propaganda and espionage. His accessible account focuses on the nefarious career of Willi Munzenberg, a German communist and master of disinformation. Koch draws upon secondary sources, recently opened Communist Party archives in the former Soviet Union, and personal interviews to examine Nazi-Soviet cooperation during the 1930s, the recruitment and management of “fellow travelers,” and the impact of the “apparat” in America.



7 – The Gulag Archipelago (Aleksander Solzhenitsyn):
Drawing on his own incarceration and exile, as well as on evidence from more than 200 fellow prisoners and Soviet archives, Aleksandr I. Solzhenitsyn reveals the entire apparatus of Soviet repression — the state within the state that ruled all-powerfully.



8 – The KGB and Soviet Disinformation (Ladislav Bittman):
This 226-page volume of indexed and footnoted memoirs by former Czechoslovakian intelligence operative Ladislav Bittman contains the details of Soviet disinfomation methods, and describes the “purposeful and cunning games played in Washington to manipulate politicians, governmental bureaucrats, and the press”. He discloses how, why, and when specific US, European, and other national leaders have been maligned unintentionally by distinguished free-world media representatives who have been cleverly misled.



9 – I Chose Freedom (Viktor Kravchenko):
Victor Kravchenko was a Soviet apparatchik who defected in 1946. In his book I Chose Freedom he exposed the truth about the USSR, including the camps system. He was accused by a French Communist journal Les Lettres Francaises of being a liar and CIA stooge and a famous libel trial ensued, in which Kravchenko cleared his name by bringing in dozens of Eastern Bloc refugees as witnesses



10 – New Lies for Old (Anatoliy Golitsyn):
Golitsyn era um alto membro do serviço de inteligência comunista que, em 1961, enquanto trabalhava na embaixada soviética em Helsinki, desertou para os Estados Unidos. Nesse livro, ele usa toda sua experiência acumulada do modus operandi do serviço secreto comunista para analisar a política internacional. Partindo de uma nova metodologia, Golitsyn fez uma série de previsões – das quais a maior parte acabou sendo confirmada – sobre a evolução do regime comunista, como, por exemplo, a queda do muro de Berlim e a “democratização” da Rússia. CGS



11 – Manual do Perfeito Idiota Latino Americano (Montaner, Vargas Llosa, Mendonza):
Nesse magnífico livro, três “ex-idiotas latino americanos” analisam e refutam todas as bobagens esquerdistas que vêm sendo repetidas há décadas na América Latina. Desde a Teologia da Libertação até o antiamericanismo primário, as mentiras comunistas são destruídas uma a uma. Com grande conhecimento de história e economia e com uma apresentação exaustiva de dados, eles provam que a idiotice não precisa ser vitalícia, bastando para afastá-la estudo e honestidade. CGS



12 – A Grande Parada (Jean-François Revel):
Em ‘A Grande Parada’, Jean François Revel, estuda o escândalo da sobrevivência da utopia socialista – depois da queda do Muro e do fracasso de tantos regimes comunistas pelo mundo afora.



13 – A Obsessão Antiamericana (Jean-François Revel):
Atualizar a questão do antiamericanismo e reexaminar este fenômeno político-cultural à luz das transformações havidas em três décadas. É o que faz Jean-François Revel em ‘A Obsessão Antiamericana’. Como os EUA são vistos pelos outros e por eles mesmos? Medir e explicar o abismo entre aparência e realidade, eis o objetivo deste livro.



14 – Fréderic Bastiat:
Entre os economistas franceses, Frédéric Bastiat merece ocupar um lugar de destaque. Sua obra completa se compõe de sete volumes. Reunimos aqui alguns textos que, às vezes com humor, às vezes com rigor, desenvolvem as idéias às quais Bastiat consagrou toda a sua existência.



15 – A Verdade Sufocada (Carlos Brilhante Ustra):
Neste livro o autor conta como os órgão de segurança derrotaram as organizações terroristas em seu período de maior intensidade. Na luta armada, foram cerca de 500 vítimas, de ambos os lados, um número bastante reduzido se o compararmos com os demais países da América Latina que, também enfrentaram o terrorismo. Além dos relatos, o autor procura desfazer mitos, farsas e mentiras divulgadas para manipular a opinião pública e para desacreditar e desmoralizar aqueles que a venceram.




II. Filosofia, Educação


1 – Todo material à venda do Olavo de Carvalho:
O filósofo brasileiro Olavo de Carvalho, como Mestre de todos que compõe esse site, deve ser lido e escutado o máximo possível. Além do material à venda, também existem muitas apostilas e textos importantes na sua página: www.olavodecarvalho.org.



2 – How to Read a Book (Mortimer Adler):
How to Read a Book’, originally published in 1940, has become a rare phenomenon, a living classic. It is the best and most successful guide to reading comprehension for the general reader. You are told about the various levels of reading and how to achieve them. You are also taught about the different reading techniques for reading practical books, imaginative literature, plays, poetry, history, science and mathematics, philosophy and social science.



3 – La Vida Intelectual (A.D. Sertillanges):
La sabiduría consiste en estar en sí. Si tal vigilancia se ejerce de manera intermitente y apacible, será señal de que se está en una ruta esa cima. En ruta, pues a la cuma nunca se llega. Para estar en sí es menester que el cielo lo conceda – por lo tanto se impone pedirla, nada mejor que valiéndose del capítulo 9 del libro de la sabiduría. Y falta el último requisito – el aporte de nuestra libertad, mirar a todas partes y a la presencia invisible que los reúne; y amueblar mente y corazón con algunas palabras preciosas.



4 – A Arte de Viver e Pensar (Jean Guitton):
Ed. Paulinas, 1965 – Junto com a “Vida Intelectual” de Sertillanges, esse magnífico livro de Guitton não somente dá dicas de como se proceder com rigor e método nas investigações filosóficas, como também na sua contrapartida: a conduta do filósofo. CGS



5 – Ensaios Reunidos I (Otto Maria Carpeaux):
Após anos de esquecimento, finalmente vêm à luz Os ensaios reunidos, parte de um projeto imenso a que por longos anos de sua vida se dedicou Olavo de Carvalho, preparando os textos, que lhe consumiram 2 anos de pesquisas em mais de 3 dezenas de jornais. Este primeiro volume sintetiza os anos de 1942 a 1978, englobando ensaios que iniciam com ‘A Cinza do Purgatório’ e vão até ‘Livros na Mesa’. Nos textos reunidos estão destacados a vida, os pensamentos e estilo do grande ensaísta Otto Maria Carpeaux.



6 – Ensaios Reunidos II (Otto Maria Carpeaux):
Este é o segundo volume do projeto das Obras Completas de Carpeaux, estas que celebram o 105° aniversário do intelectual alemão naturalizado brasileiro. O livro contém 205 artigos escritos entre 1946 e 1969 nos suplementos de jornais como ‘A Manhã’, ‘O Jornal’ e ‘O Estado de S. Paulo’. Completam o livro três prefácios, para obras de Manuel Bandeira, Goethe (1948) e Hemingway (1971). Os temas abordados são diversos, de história, ficção científica, Canudes, arte (Van Gogh, Mozart, Gramsci) entre tantos outros.



7 – Em Busca de Sentido (Vikor Frankl):
O fundador da Logoterapia mostra aqui como foi a sua própria experiência em busca do sentido da vida num campo de concentração durante a Segunda Guerra Mundial. Apresenta também, numa segunda parte, os conceitos básicos da logoterapia.



8 – A Rebelião das Massas (Ortega y Gasset):
Partindo da descrição dos síntomas da mais perigosa doença espiritual do Ocidente, a Rebelião das Massas, o grande filósofo espanhol Ortega y Gasset vai dissecando o fenômeno em todas suas dimensões: desde suas causas que remontam ao século XIX, até a psicologia do homem-massa. Ortega alerta que se o desprezo pelo espírito encarnado no triunfo dos homens medíocres, comuns, sem nobreza não for revertido, toda a civilização ocidental – que possibilitou o aparecimento dessas criaturas – corre perigo. CGS



9 – The House of Intellect (Jacques Barzun):
In this international bestseller, originally published in 1959, Jacques Barzun, acclaimed author of ‘From Dawn to Decadence’, takes on the whole intellectual – or pseudo-intellectual – world, attacking it for its betrayal of Intellect. ‘Intellect is despised and neglected,’ Barzun says, ‘yet intellectuals are well paid and riding high.’ He details this great betrayal in such areas as public administrations, communications, conversation and home life, education, business, and scholarship. In this edition’s new Preface, Jacques Barzun discussess the intense – and controversial – reaction the world had to ‘The House of Intellect’.



10 – The Art of Teaching (Gilbert Highet):
This is a very good discussion of teaching methods and how different methods can be used to teach different things. He goes into the Jesuits, the sophists, Socrates, Plato, Aristotle, Jesus, and other examples of teachers through history. He talks about different methods of teaching, such as tutoring, recitation, and how some are useful for some subjects and others useful for other subjects. He delves into several accounts of notable teachers in the history of England and America and their different methods for handling a class, preparing, and delivering lectures. Highet is a prose stylist with an engaging, lucid style and makes his points early and often.



11 – Autobiographical Reflections (Eric Voegelin):
Autobiographical Reflections is a window into the mind of a man whose reassessment of the nature of history and thought has overturned traditional approaches to, and appraisals of, the Western intellectual tradition. Here we encounter the motivations for Voegelin’s work, the stages in the development of his unique philosophy of consciousness, his key intellectual breakthroughs, his theory of history, and his diagnosis of the political ills of the modern age.



12 – Imposturas Intelectuais (Alan Sokal e Jean Bricmont):
Esse livro é o resultado de uma “pegadinha” que o físico Alan Sokal fez com uma das mais prestigiadas revistas pós-modernas dos Estados Unidos, a Social Text: mandou um artigo de puro nonsense, inventando as teorias mais absurdas e ininteligíveis que conseguiu conceber. O resultado foi que o publicaram como se fosse coisa séria. Depois de desmascarar a farsa, Sokal continua a análise do charlatanismo de nomes como Lacan, Deleuze, Baudrillard e outros. CGS



13 – Consolação da Filosofia (Boécio):
A Consolação da Filosofia foi escrita na prisão por um condenado à morte. A admiração que essa obra latina do século VI suscitou ininterruptamente desde então não deve nada, ou deve muito pouco, às circunstâncias ‘trágicas’ de sua composição. Trata-se de uma obra-prima da literatura e do pensamento europeu.




III. Literatura


1 – Os Demônios (Doistoiévski):
Como observou Olavo de Carvalho, para entender a psicologia e a estrutura do movimento revolucionário você pode ler uma montanha de livros ou apreciar essa obra-prima máxima de Dostoiévski. CGS



2 – Crime e Castigo (Dostoiévski):
Publicado em 1860, ‘Crime e Castigo’ é a obra mais célebre de Dostoievski. Neste livro, Raskólnikov, um jovem estudante, pobre e desesperado, perambula pelas ruas de São Petersburgo até cometer um crime que tentará justificar por uma teoria – grandes homens, como César ou Napoleão, foram assassinos absolvidos pela História. Este ato desencadeia uma narrativa labiríntica que arrasta o leitor por becos, tabernas e pequenos cômodos, povoados de personagens que lutam para preservar sua dignidade contra as várias formas da tirania.



3 – O Processo (Franz Kafka):
A história de Josef K. atravessa os anos sem perder nada do seu vigor. Ao contrário, a banalização da violência irracional no século XX acrescentou a ela o fascínio dos romances realistas. Na sua luta para descobrir por que o acusam, por quem é acusado e que lei ampara a acusação, K. defronta permanentemente com a impossibilidade de escolher um caminho que lhe pareça sensato ou lógico, pois o processo de que é vítima segue leis próprias – as leis do arbítrio.



4 – Nostromo (Joseph Conrad):
Often regarded as Conrad’s masterwork, Nostromo is also Conrad’s darkest novel, filled with betrayals at all levels and offering little hope for man’s redemption. A novel of huge scope and political intrigue, it is also a novel in which no character actually wins. All must accept the ironies which fate has dealt them. Mary Whipple



5 – 1984 (Geroge Orwell):
‘1984’ não é apenas mais um livro sobre política, mas uma metáfora do mundo que estamos inexoravelmente construindo. Invasão de privacidade, avanços tecnológicos que propiciam o controle total dos indivíduos, destruição ou manipulação da memória histórica dos povos e guerras para assegurar a paz já fazem parte da realidade. Se essa realidade caminhar para o cenário antevisto em ‘1984’, o indivíduo não terá qualquer defesa.



6 – Admirável Mundo Novo (Aldous Huxley):
Um romance de idéias que descreve as formas mais sutis e engenhosas que pode assumir o pesadelo do totalitarismo, e que resiste às interpretações político-ideológicas de esquerda ou direita suscitadas desde seu lançamento.

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